1.03.2007

Depois de muito tempo, finalmente atingido o epísódio 24 de Honey & Clover. Continuo gostando mais do Takemoto, achado que é o mais parecido comigo. Mesmo que eu nunca saia numa jornada de alto-descoberta, embora seja capaz de guardar um sentimento por tanto tempo, ter dificuldades pra conseguir um emprego depois de me formar, correr atrás até o último minuto de um ideal existente, porem não compreendido, um dia arrumar um jeito próprio de enteder a si mesmo, alcançar meus próprios ideais do meu jeito e a meu tempo.
Já anciosa pra começar o Honey & Clover II e nesse não demorar tanto tempo quanto no primeiro.
Agora uma breve análise pessoal das personagens principais.

Photobucket - Video and Image Hosting Mayama - Ele é arquiteto. Isso o anime deixa bem claro. Em nenhum momento foi mostrado algum trabalho dele, mas ao julgar por sua personalidade eu diria que se ele fosse fazer um trabalho cuja a composição foi totalmente dele seria alguma obra arquitetônica do perído clássico.

Photobucket - Video and Image Hosting Yamada - Ela faz cerâmica do tipo ultilitária. Arte do período paleolítico. Composições com prioridade ultilitária, mas que descobrem um pouco de beleza estética em suas formas.

Photobucket - Video and Image Hosting Morita - O personagem sem noção. Se nunca tivesse aparecido nada feito por ele seria fácil dizer que seria mais um dadaísta ou modernista-abstracionista, mas através das obras exibidas cuja criação são dele, dedui-se que seu estilo é o barroco. Esculturas que priorizam a notavel distinção entre luz e sombra.

Photobucket - Video and Image Hosting Hagu - A mais fácil. Tanto pela personalidade quanto pelos trabalhos mostrados. Seu tipo de arte é romântica, uma visão idealizada do mundo. Ela é Claramente Impressionista.

Photobucket - Video and Image Hosting Takemoto - Esse deu muito trabalho de definir. Ocorrem muitas mudanças nesse aspecto durante o decorrer da história. Mas, quando os primeiros trabalhos dele são apresentados, como a Torre da Adolescência, pôde-se defini-lo como modernista, artista conceitual.

Enfim, foi isso que conclui.

Talvez, como um certo professor de desenho tenha dito uma vez, quando analisou o estilo de linha de um desenho meu, eu sou temperamental e carente. Mas, essa foi só a definição de alguém que não me conhece. Ninguém nunca vai definir o verdadeiro alguém a julgar pelo que se vê de longe.

"Até onde posso chegar sem voltar?"

Um comentário:

Víctor disse...

Sama, mostra um desenho meu pro seu professor e pede pra ele me definir, o que será que ele diria? XD
Leitura de traço! o.O